A Prefeitura de Limeira, no interior de São Paulo, iniciou na manhã desta quarta-feira (17), a interdição do acesso à Ponte do Esqueleto, onde a bacharel em educação física Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, veio a óbito após ser lançada de uma altura de 40 metros sem o equipamento de segurança durante um salto de rope jump.
Entre as medidas está o bloqueio de acessos irregulares e outras intervenções complementares às obras emergenciais já realizadas.
Desativada para o tráfego de veículos há três décadas, a Ponte do Esqueleto, localizada entre Limeira e Cordeirópolis, tem cerca de 40 metros de altura e é conhecida por receber atividades esportivas.
Segundo a administração municipal, a iniciativa ocorre após o Governo Federal reconhecer sua responsabilidade sobre a área e solicitar apoio da prefeitura para ampliar a proteção do espaço e colaborar com os serviços emergenciais até que sejam implementadas soluções definitivas.
A estrutura foi incorporada à Secretaria de Patrimônio da União (SPU), órgão do governo federal, em março deste ano.
Uma intervenção mais abrangente ainda não havia sido executada devido a limitações operacionais do governo, afirmou a prefeitura do município paulista.
A prefeitura ainda informou que as obras permanentes de infraestrutura, como a construção de muros de contenção, a manutenção das valas e outras medidas voltadas ao fechamento da área, seguem sob responsabilidade do governo.
HISTÓRICO DE ACIDENTES
Além da morte da jovem, no último sábado (13), a Ponte do Esqueleto acumula outros acidentes nos últimos anos.
Em 28 de abril de 2024, uma ciclista da cidade de Rio Claro faleceu após cair da ponte. A vítima foi identificada como Kelly Stefani de Oliveira Alves, de 39 anos.
Já em agosto do ano passado, duas mulheres ficaram gravemente feridas após caírem da estrutura.